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MTI dissemina práticas inovadoras em projetos e desenvolvimento de aplicações

O Café Tech foi uma iniciativa criada para disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da empresa
Karine Miranda | MTI

MTI dissemina práticas inovadoras em planejamento de projetos e desenvolvimento de aplicações - Foto por: Assessoria/MTI
MTI dissemina práticas inovadoras em planejamento de projetos e desenvolvimento de aplicações
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Práticas ágeis e a utilização, para melhorar o desenvolvimento de aplicações, do framework Quarkus, foram temas da 8ª edição do Café Tech, realizada nesta quarta-feira (13.11) pela Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI).

O Café Tech foi uma iniciativa criada pela Unidade de Gestão Estratégica de Inovação da MTI para disseminar a cultura da inovação entre os colaboradores da empresa. Ao longo de todas as edições anteriores já foram realizadas palestras sobre diversas temáticas relacionadas à TI.

Nesta edição, o analista de TI Sócrates Barros discorreu sobre “Práticas Ágeis”, o que são, como funcionam e quais as novas formas de metodologia para gestão e planejamento de projetos, a fim de obter projetos mais enxutos, com qualidade e com menor tempo possível independentemente dos cenários em que se vive.

Segundo ele, as práticas ágeis são baseadas na necessidade de se buscar um produto mínimo viável (MVP, na sigla em inglês). Isso significa a versão mais enxuta de um produto que pode ser disponibilizada para o negócio. 

“Não adianta fazer um bolo inteiro para saber se é bom, se vai gostar, se dá para você fazer um cupcake. Esse que é conceito de MVP”, disse.

Ele lembra que também é preciso ter atitude, comprometimento e colaboração. Isto porque, segundo ele, não há “heróis” e o trabalho não deve depender de uma única pessoa, mas sim de um time.

Analista de TI, William Chito.

“A primeira prática ágil é ter atitude. É a sua reação diante de uma situação. A partir da atitude tem o comprometimento. A prática ágil não tem herói, traz o conceito de time e de conhecimento compartilhado”, disse.

Sócrates lembra ainda que ao final é preciso, acima de tudo, entregar valor e não apenas um produto e ressalta que “fazer pela metade é igual não fazer nada”. “É preciso identificar dentro do processo o que pode ser feito com ações de melhorias e de práticas ágeis”, encerrou.

Ainda durante o Café Tech, o analista Willian Chito palestrou sobre “Quarkus – Supersonic Subatomic Java”, que é um framework Java nativo do Kubernetes feito sob medida para o GraalVM e OpenJDK HotSpot. 

“O Quarkus visa a tornar o java uma plataforma líder em ambientes serverless e Kubernetes, oferecendo aos desenvolvedores um modelo unificado de programação reativa e imperativa”, encerrou.